Tuesday, April 15, 2008

Dúvidas Oh Dúvidas... Pq num corpo tão frágil?

Queridos amigos, amigas,
Leitores incansáveis de confissões sem sentido
O que caracteriza, no temor de nossos tempos
O amor de um amigo?
Senhores do novo tempo regado de desilusão
Frutos da discórdia que juram falsa união
Qual será a verdade escondida da vontade inferida
Que estremece os mais fortes e traz mortos de volta a vida?
Cadeias de medos solenes, sim, majestosos! Impedem meu coração
De encontrar o caminho para o calor da ocasião
E se os encontros dos espinhos de minha existência
Com seu inocente corpo for somente coincidência
O destino fara com que seus gritos sejam ouvidos
E que a maldade em meu ser seja vencido
Mas o mal que atua na pobre e esquecida humanidade
Esquece qualquer ato de solidariedade
O mais provável é ter seu corpo ao chão, esquecido
Devorado por vermes, oh vermes, do corpo pouco vivido

Queridos amigos, amigas,
Palavras sem nexo e frases sem sentido
Sei que não sou mais o poeta que fui
Sei que as poesias já não tem mais sentimento
São falsa melancolia frente a verdade escondida
Como diria uma frase conhecida, sim,
Em meu mundo são frases que se dizem por si só
As pessoas são mero transporte para suas existências
São frases que se dizem por si só
"O poeta é uma mentira que diz a verdade"
Se souberem do autor de tão aclamada verdade
Que me digam em comentários para que tenha total mérito
Iluminado por anjos malditos teve essa visão
E é nisso que se resume meu trabalho, minha vontade

Os poetas só existem para contar-lhes o que não sentem
Soltar sentimentos falsos ao ar da desigualdade
E esperar que no meio de tanta gente diferente
Exista alguém que seja falso e sujo com a gente...