Sentimentos Reprimidos
Perdi minha vida...
Perdi minha vida...
Já não há mais última esperança
Finalmente eu desisti, não há mais
Sem lutas, discórdias ou castigos
Sem batalhas, como o mal sempre faz
Perdi...
Sempre achei que fui forte o bastante
Pelo menos para não perder sem lutar
Mas a derrota veio imponente me buscar
E a solidão cresceu perante minha alma
Minha alma pequena... fria... sombria.
Sinta o arder do vôo dos corvos
O entristecer da longa noite que acabou
Amanheceu no mundo e anoiteceu para mim
O inferno é o paraíso de onde estou
Estou no nada, a ausência da escuridão
Estou perdido, e aqui ninguém vai me salvar
Sentimentos... Se foram, não há mais nada
Apenas o vazio... apenas... o nada
Lembra de quando eu disse que sentia vazio?
Agora o vazio é que me sente
Me sinto morto, morto misericórdia!
Me sinto fraco... vencido e doente
Onde será que eu errei? Foi tão ruim assim!?!?
Peço desculpas ao ser superior que me criou
Seja ele Deus ou seja ele quem for, se existir
Perdoe-me por ser tão miserável...
Lembra de tudo o que a gente falava?
Dos sonhos e tudo mais? Onde foi parar tudo aquilo?
Na lata de lixo do destino?
Não... o lixeiro já passou...
Perdoe minha franqueza... Só não estou bem... como sempre né?
Não bebo mais, não adianta mais... Não faço mais poesias... Aumenta o desespero.
O que mais posso fazer? Não tenho nem vc aqui do meu lado para me acalmar mais... Nem isso mais eu posso ter... Nem mesmo um anjo da guarda... Nem mesmo a maldita morte que sempre caminhou comigo! Nem mesmo ela tem tempo para mim!!! Perdi... sobrou esse corpo sem vida que finge caminhar imponente por entre as chamas. Mas não se engane... não estou bem... não estou...
por... favor... ... ... ..............me mata
Perdi minha vida...
Já não há mais última esperança
Finalmente eu desisti, não há mais
Sem lutas, discórdias ou castigos
Sem batalhas, como o mal sempre faz
Perdi...
Sempre achei que fui forte o bastante
Pelo menos para não perder sem lutar
Mas a derrota veio imponente me buscar
E a solidão cresceu perante minha alma
Minha alma pequena... fria... sombria.
Sinta o arder do vôo dos corvos
O entristecer da longa noite que acabou
Amanheceu no mundo e anoiteceu para mim
O inferno é o paraíso de onde estou
Estou no nada, a ausência da escuridão
Estou perdido, e aqui ninguém vai me salvar
Sentimentos... Se foram, não há mais nada
Apenas o vazio... apenas... o nada
Lembra de quando eu disse que sentia vazio?
Agora o vazio é que me sente
Me sinto morto, morto misericórdia!
Me sinto fraco... vencido e doente
Onde será que eu errei? Foi tão ruim assim!?!?
Peço desculpas ao ser superior que me criou
Seja ele Deus ou seja ele quem for, se existir
Perdoe-me por ser tão miserável...
Lembra de tudo o que a gente falava?
Dos sonhos e tudo mais? Onde foi parar tudo aquilo?
Na lata de lixo do destino?
Não... o lixeiro já passou...
Perdoe minha franqueza... Só não estou bem... como sempre né?
Não bebo mais, não adianta mais... Não faço mais poesias... Aumenta o desespero.
O que mais posso fazer? Não tenho nem vc aqui do meu lado para me acalmar mais... Nem isso mais eu posso ter... Nem mesmo um anjo da guarda... Nem mesmo a maldita morte que sempre caminhou comigo! Nem mesmo ela tem tempo para mim!!! Perdi... sobrou esse corpo sem vida que finge caminhar imponente por entre as chamas. Mas não se engane... não estou bem... não estou...
por... favor... ... ... ..............me mata

3 Comments:
Te adoro cabeção... faz tempo q não leio uma poesia sua tão pesada... mas como sempre.. mta bem feita.. rs te cuida lindooo!
E ai, vai desistir mesmo, hein??
bjao
Nunca desista, meu amor, estarei sempre contigo. Começou o ano com uma poesia forte, hein!
Bjão gatinho!
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