Confissões parte2
Olá poetisa, eu agradeço sua inspiração mergulhada em meu blog! Só gostaria de saber de onde vem tanto sentimento. Pois todo o meu sentimento vem dessa tristeza eterna que eu não consigo mais fugir. Cansei, agora parece que estou vazio, sereno. Morto. Não estou feliz nem triste, ou estou triste e não sei, ou sei la, estou confuso e morto. Rezem por mim.
Uma luz branca, uma luz bem clara
"Olá, finalmente vc acordou, está vivo"
Eu não me lembro do que houve
"Só queria saber o pq vc fez isso, o motivo"
Sei, nem sei direito que sou, o que fiz?
"Relaxe, parece que a dor está voltando"
Minha cabeça dói, meu corpo pula sozinho
"Tragam mais injeção, a infecção está se alastrando"
Quando não se tem nada mais a se perder
Tudo parece como um filme de terror
Sabe-se sempre que o perigo está presente
Mas não sabemos onde, a origem dessa dor
Mas o que aconteceu, alguém diga-me
"Calma, primeiro precisamos curar a ferida"
"Vamos, vamos direto ao ponto: o coração"
Eu nunca pedi para viver, nascer, ter essa vida
Veio uma lembrança, pílulas, pulsos, sangue
"Tão jovem, o que se passa em sua cabeça?"
"Deve ser amor, esses jovens são tão tolos..."
"Mais uma injeção antes que ele pereça"
Outra lembrança, o rosto de uma garota linda
"Oh não! Ele está tendo um ataque! Venham ajudar!"
Ela está sozinha, eu corro e continuo parado!
"Não! Não podemos perde-lo! Tentem o reanimar!"
A máquina pára e meus reflexos morrem
Eu sabia que estava morto mas mesmo assim levantei
"Meu Deus! O que está havendo aqui?!?!"
Sinto muito doutor mas essa resposta nem eu sei
Meu corpo sem vida parece segurar minha alma
Mas de nada adianta pois os sentimentos morreram
Eu sorrio para todos fingindo ser feliz
Mas da minha morte nenhum deles sofreram
Espero que o pessoal do trabalho não vejam esta poesia
Nem mesmo meus amigos que me conhecem pessoalmente
Só os meus amigos da internet, sempre tão distantes
Deles eu não tenho medo, afinal, já sabem que sou doente.
Uma luz branca, uma luz bem clara
"Olá, finalmente vc acordou, está vivo"
Eu não me lembro do que houve
"Só queria saber o pq vc fez isso, o motivo"
Sei, nem sei direito que sou, o que fiz?
"Relaxe, parece que a dor está voltando"
Minha cabeça dói, meu corpo pula sozinho
"Tragam mais injeção, a infecção está se alastrando"
Quando não se tem nada mais a se perder
Tudo parece como um filme de terror
Sabe-se sempre que o perigo está presente
Mas não sabemos onde, a origem dessa dor
Mas o que aconteceu, alguém diga-me
"Calma, primeiro precisamos curar a ferida"
"Vamos, vamos direto ao ponto: o coração"
Eu nunca pedi para viver, nascer, ter essa vida
Veio uma lembrança, pílulas, pulsos, sangue
"Tão jovem, o que se passa em sua cabeça?"
"Deve ser amor, esses jovens são tão tolos..."
"Mais uma injeção antes que ele pereça"
Outra lembrança, o rosto de uma garota linda
"Oh não! Ele está tendo um ataque! Venham ajudar!"
Ela está sozinha, eu corro e continuo parado!
"Não! Não podemos perde-lo! Tentem o reanimar!"
A máquina pára e meus reflexos morrem
Eu sabia que estava morto mas mesmo assim levantei
"Meu Deus! O que está havendo aqui?!?!"
Sinto muito doutor mas essa resposta nem eu sei
Meu corpo sem vida parece segurar minha alma
Mas de nada adianta pois os sentimentos morreram
Eu sorrio para todos fingindo ser feliz
Mas da minha morte nenhum deles sofreram
Espero que o pessoal do trabalho não vejam esta poesia
Nem mesmo meus amigos que me conhecem pessoalmente
Só os meus amigos da internet, sempre tão distantes
Deles eu não tenho medo, afinal, já sabem que sou doente.

2 Comments:
ora menino, vc me fez chorar. e antes q vc pense, nao, nao estou com pena d vc. a sua dor é tao real, tao amarga q nao sei mais o q dizer. depois disso td parece tao futil, incerto. enfim, saiba q estou aqui (longe/perto) e qqr coisa, pode contar cmg. como diz o grande poeta: força sempre. bjs. eu t adoro. =.=
Meu prezado poeta
Ambos somos como a fonte
Dela jorram águas rebeldes
Nossas almas vertem sentimentos
De onde vêm tais águas?
A pergunta se repete
A resposta está oculta
Pouco importam as origens
De nossas inspirações
Contanto que sejamos assim
Autênticos, viscerais
Sangrando versos virgens
Minhas preces são suas
Sejam elas como guias
Na tua árdua viagem
Rumo às sombras
Sejam elas matéria prima
Para as tuas asas rumo à luz
Creia, o teu vazio
Contém o mistério das alturas!
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